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Presidente do TJ-PR repudia ataques racistas contra magistrados e anuncia investigação
Na manhã desta segunda-feira (23), em Curitiba, a presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR), desembargadora Lidia Maejima, abriu a sessão do Tribunal Pleno com um posicionamento contundente. Ela condenou de forma veemente os ataques racistas direcionados a dois magistrados durante uma transmissão institucional on-line realizada na última quarta-feira. Classificando o episódio como uma "afronta à Justiça", Maejima assegurou que todos os responsáveis serão identificados e devidamente punidos.
Os ataques, registrados no chat de uma transmissão ao vivo, visaram a juíza auxiliar do Supremo Tribunal Federal (STF), Franciele Pereira do Nascimento, e o juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fábio Francisco Esteves. O crime ocorreu durante o evento "Paraná Lilás", organizado pela Escola Judicial do TJPR para o lançamento do programa "Brasil Lilás", uma iniciativa do CNJ focada no combate à violência contra a mulher e na proteção da dignidade humana.
Para a desembargadora, a gravidade do ato é acentuada pelo contexto em que ocorreu. "Que um ato de ódio tenha irrompido precisamente nesse espaço não é ironia, é uma afronta que exige uma resposta clara", afirmou a presidente. Ela destacou que os magistrados estavam no exercício de suas funções e foram agredidos de forma covarde dentro de um ambiente institucional. Além da solidariedade, Maejima reforçou que o racismo é um crime inafiançável e imprescritível, fundamentalmente oposto aos pilares do Estado Democrático de Direito.
Em termos de providências, a presidente anunciou que o Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional (NISI) do TJPR já trabalha em cooperação com o STF e o CNJ para rastrear a origem das mensagens ofensivas. O objetivo é a responsabilização criminal imediata dos autores. Ao encerrar sua fala, Maejima foi clara: "O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná não deixará margem para ambiguidades. Não será conivente com o racismo".
📲 SAIBA MAIS: jurinews.com.br
Видео Presidente do TJ-PR repudia ataques racistas contra magistrados e anuncia investigação канала JuriNews
Os ataques, registrados no chat de uma transmissão ao vivo, visaram a juíza auxiliar do Supremo Tribunal Federal (STF), Franciele Pereira do Nascimento, e o juiz do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fábio Francisco Esteves. O crime ocorreu durante o evento "Paraná Lilás", organizado pela Escola Judicial do TJPR para o lançamento do programa "Brasil Lilás", uma iniciativa do CNJ focada no combate à violência contra a mulher e na proteção da dignidade humana.
Para a desembargadora, a gravidade do ato é acentuada pelo contexto em que ocorreu. "Que um ato de ódio tenha irrompido precisamente nesse espaço não é ironia, é uma afronta que exige uma resposta clara", afirmou a presidente. Ela destacou que os magistrados estavam no exercício de suas funções e foram agredidos de forma covarde dentro de um ambiente institucional. Além da solidariedade, Maejima reforçou que o racismo é um crime inafiançável e imprescritível, fundamentalmente oposto aos pilares do Estado Democrático de Direito.
Em termos de providências, a presidente anunciou que o Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional (NISI) do TJPR já trabalha em cooperação com o STF e o CNJ para rastrear a origem das mensagens ofensivas. O objetivo é a responsabilização criminal imediata dos autores. Ao encerrar sua fala, Maejima foi clara: "O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná não deixará margem para ambiguidades. Não será conivente com o racismo".
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Информация о видео
23 марта 2026 г. 23:20:34
00:02:05
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