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PELA PRIMEIRA VEZ JAMES WEBB ENCONTRA BURACO NEGRO SUPERMASSIVO EM FUGA

PELA PRIMEIRA VEZ JAMES WEBB CONFIRMA BURACO NEGRO SUPERMASSIVO RASGANDO O ESPAÇO APÓS SER EXPULSO

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Imagine um objeto com mais de 10 milhões de vezes a massa do Sol.
Não preso ao centro de uma galáxia, mas expulso violentamente, atravessando o espaço a quase mil quilômetros por segundo, rasgando o gás ao seu redor e deixando um rastro de estrelas recém-nascidas.

Parece ficção científica.
Mas agora é oficial.

O Telescópio Espacial James Webb confirmou o primeiro buraco negro supermassivo descontrolado já observado no Universo.

Esse objeto recebeu o nome de RBH-1, sigla para Runaway Black Hole.
Ele está a 7,5 bilhões de anos-luz da Terra e se move a uma velocidade impressionante: 954 quilômetros por segundo, cerca de 0,32% da velocidade da luz.

Não se trata apenas de um buraco negro isolado.
À sua frente, existe uma onda de choque colossal, formada enquanto ele atravessa o meio circungaláctico.
Atrás dele, um rastro de formação estelar que se estende por mais de 200 mil anos-luz.

Mover um objeto tão massivo a essa velocidade exige uma força gravitacional extrema.
Por décadas, os físicos previram que buracos negros supermassivos poderiam ser ejetados de suas galáxias, mas nunca havia uma confirmação direta.

Até agora.

Usando o instrumento NIRSpec do James Webb, a equipe liderada pelo astrofísico Pieter van Dokkum, da Universidade de Yale, analisou a luz emitida pelo gás aquecido na frente da onda de choque.

Eles observaram um forte desvio para o azul, indicando que o material atrás da frente de choque se move centenas de quilômetros por segundo mais rápido do que o gás à frente.
Essa assinatura só pode ser produzida por um objeto extremamente massivo viajando a velocidade supersônica.

A explicação mais provável envolve a fusão de dois buracos negros supermassivos.
Quando esses gigantes colidem, a emissão assimétrica de ondas gravitacionais pode gerar um poderoso impulso de recuo, capaz de lançar o buraco negro recém-formado para fora da galáxia.

Os dados do James Webb mostram que a velocidade do RBH-1 e a massa da galáxia que ele deixou para trás são totalmente consistentes com esse cenário.

Os próprios pesquisadores afirmam que o RBH-1 é a primeira confirmação observacional direta de uma previsão feita há mais de 50 anos:
buracos negros supermassivos podem escapar de suas galáxias.

Essa descoberta muda nossa compreensão sobre a evolução das galáxias e sugere que o Universo pode estar repleto de buracos negros errantes, vagando silenciosamente pelo espaço intergaláctico.

O estudo está disponível como pré-publicação no arXiv, liderado por Pieter van Dokkum e colaboradores, com dados do Telescópio Espacial James Webb.

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Porque o Universo…
claramente não é um lugar calmo.

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